segunda-feira, 28 de novembro de 2016

FRASES DO DIA (26/11/2016) - INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS

Abraço partido

“A demissão de Geddel Vieira Lima foi um dos momentos mais difíceis para Michel Temer, relatam amigos do presidente. A conversa definitiva entre os dois foi bastante sentimental — repassaram pontos da história em comum. Depois seguiram-se telefonemas do demissionário a líderes aliados, também carregados de emoção. O clima contaminou Temer. No almoço com o PSDB, ficou visível seu semblante carregado. “Não era o Michel de sempre”, resumiu um tucano” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Na faixa

“Geddel deixou a pasta, mas não o governo. Seguirá ajudando Temer nos bastidores, mas sem cargo” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Thanksgiving

“Apesar do feriado de Ação de Graças, nos EUA, muitos investidores estrangeiros dispararam telefonemas para operadores do mercado no Brasil aflitos com a crise política envolvendo a cúpula do governo Temer” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Alarme

“Nos contatos, eram recorrentes perguntas como: “O que vai acontecer?”, “Que gravação é essa?”, “Presidente corre riscos de cair?” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

‘Sr. Previdência’

“Um dos temores de parte dos investidores é o de que, depois da saída de Geddel, as armas comecem a se voltar contra Eliseu Padilha. Se o ministro-chefe da Casa Civil for chamuscado, a reforma da Previdência passaria a correr risco” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

No mínimo...

“Curioso Temer sugerir o envio à AGU de um processo em que não havia divergência entre órgãos. A situação precisa ser investigada” – José Eduardo Cardozo, ex-advogado-geral da União e defensor de Dilma Rousseff, sobre pedido do presidente para que Marcelo Calero consultasse a AGU – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Deslocados

“De 2005 para cá, primeiro com a AP 470 e depois com a Lava Jato, começou a ser desmontado o modo de fazer política que vigorava desde a expansão do eleitorado de massa em 1945. Pode-se questionar por que, depois de 60 anos, foi justamente no primeiro governo eleito pelo campo da esquerda que se desencadeou esta ofensiva antissistêmica. Mas o fato é que há novos atores e métodos no palco (o Ministério Público, a delação premiada, a internet, para ficar apenas em alguns) e os velhos representantes soam deslocados na cena contemporânea” – André Singer, cientista político – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Pelo amor de Deus!

“Geddel Vieira Lima, cinco dias antes de renunciar ao posto, declarou: "Deixar o cargo por isso? Pelo amor de Deus!" A frase merece ficar para o registro futuro do esquizoide momento nacional pelo qual passamos” – André Singer, cientista político – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Pinguela

"Diante da circunstância brasileira, depois do impeachment, o que temos que fazer é atravessar o rio. Isso é uma ponte. Pode ser uma ponte frágil, uma pinguela? Tudo bem. Mas é o que tem. Se você não tiver uma ponte, você cai no rio. Não adianta fazer muita especulação" – Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente da República – PSDB, ao falar sobre Michel Temer – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

Que saudades

“De volta ao Alvorada para o almoço com Temer, Fernando Henrique Cardoso não se conteve. Disse que gostou muito de passar oito anos por lá. Citou o cinema, o bosque e a piscina como lugares prediletos” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 26-11-2016.

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