quarta-feira, 2 de novembro de 2016

FRASES DO DIA (01/11/2016) - INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS

Tons diferentes

“O mapa do Brasil está mais azul, mas as diferenças de tom devem ficar visíveis assim que a nova pintura secar” – Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Privatizações

“Em capitais como São Paulo, Porto Alegre e Salvador, o eleitor escolheu candidatos com perfil de centro-direita. João Doria e Nelson Marchezan Jr, do PSDB, e ACM Neto, do DEM, apostaram no discurso pró-mercado. Prometeram reduzir a máquina pública e assumiram a bandeira das privatizações, que costumava ser escondida nos palanques” –Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Revolta

“Outras capitais, como Rio, Belo Horizonte e Curitiba, consagraram representantes da direita populista que emergiu das manifestações de rua. Marcelo Crivella, Alexandre Kalil e Rafael Greca apostaram na revolta com o sistema político. Os três chegam ao poder a bordo de siglas médias (PRB) ou nanicas (PHS e PMN)” – Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Bolsonaro e Malafaia

“Bispo da Igreja Universal, Crivella abandonou o estilo moderado e se aliou a figuras como o deputado Jair Bolsonaro e o pastor Silas Malafaia. No segundo turno, radicalizou o uso de temas morais e a pregação anticomunista para desgastar o adversário, que concorria pelo PSOL” – Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Trump

“Os novos prefeitos de Curitiba e BH apostaram no personalismo e na fabricação de polêmicas ao estilo Donald Trump. Na campanha, Greca contou ter vomitado com o cheiro de um pobre e Kalil disse que "rouba, mas não pede propina". No Brasil de 2016, nada disso foi suficiente para evitar que os dois se elegessem” – Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Ponte para o futuro

“Após a vitória no Rio, Marcelo Crivella pode ser a aposta de líderes evangélicos para a disputa presidencial de 2018, nem que seja para testar seu nome no eleitorado nacional. “Chegará o momento em que o Brasil terá um presidente evangélico. É natural”, diz o bispo Robson Rodovalho, presidente da Confederação dos Conselhos de Pastores do Brasil e coordenador de candidaturas pentecostais e neopentecostais de diferentes denominações para formar a base desse projeto político” – Natuza Nery, jornalista –Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Test drive

“Robson Rodovalho acompanhou 100 candidatos evangélicos, entre prefeitos e vereadores, e elegeu 62 deles. “Hoje Universal e Assembleia de Deus caminham juntas em nome de um projeto maior” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Multiplicai-vos

“O bispo começa a desenhar plano semelhante para o Congresso, em 2018. Quer chegar a pelo menos 150 parlamentares. “O projeto de poder é sermos representados e que vejam que a igreja evangélica tem como contribuir com grandeza e altruísmo” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Melhor não

“Dirigentes do PT começaram a defender de forma mais enfática, nos bastidores, que o partido cumpra seu código de ética e expulse os condenados pela Justiça como passo para a renovação do partido. Lulistas, porém, são contrários à medida” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Faça o que eu digo

“Lula é réu na Lava Jato e seus aliados esperam uma condenação do ex-presidente pelo juiz Sérgio Moro em breve, o que criaria uma jurisprudência para o chefe petista” –Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Estado de atenção

“Passar uns dias em Brasília reforça a conjectura de que o Brasil está prestes – prestes a não se sabe o quê. Com o fim da crença de que o país progride, a capital entrou em estado de atenção, aguarda tudo ao mesmo tempo: delações, protestos, conciliação. A iminência de uma revelação que não se produz está em todas as bocas” – Mario Sérgio Conti, jornalista – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Mesinha

"Estou pensando em trazer uma mesinha da casa da minha mãe, no Rio. Se tiver 60 centímetros de altura, os Correios transportam por um preço bom" – Dilma Rousseff, ex-presidente da República – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Gastura

"Não (chorei na crise). [Mas] sou capaz de chorar assistindo a um filme". Ou quando se lembra dos amigos que perdeu para a tortura. "Eu tenho muita dó dos que morreram, imensa. Porque é gente como eu, mas que morreu aos 30 anos. Me dá uma gastura enorme. Não gosto de pensar" – Dilma Rousseff, ex-presidente da República – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

Livros

"Será que eles podem ler livros lá na prisão?" – pergunta a ex-presidente sem dizer o nome Lava Jato, mas claramente se refere aos detidos pela operação – Folha de S. Paulo, 01-11-2016.

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