sexta-feira, 25 de novembro de 2016

FRASES DA SEMANA DA AGITADA/SEMANA DO BASQUETE BRASILEIRO

Nesta semana vocês sabem o que aconteceu, né? FIBA suspendendo o basquete brasileiro devido às trapalhadas da CBB. Separei as melhores frases deste momento histórico:
oscar2''É uma situação horrível. Quando vão acontecendo as coisas e você não sabe o porquê, tem sempre uma razão. O que eu sinto neste momento é vergonha, muita vergonha. Eu me sinto muito envergonhado. Já era tarde de isso acontecer. Ainda bem que foi a FIBA que fez isso. Se eu faço, eu sou um brigão. Ainda bem que foi a FIBA. Porque assim todo mundo acredita. Está cheio de gente boa pra assumir por aqui'', Oscar Schmidt no Panorama Esportivo, da Rádio Globo.
hort2''Alguma coisa tinha que acontecer. Do jeito que estava não poderia ficar. É bom isso? Não, não é, mas por um outro lado tinha que ocorrer porque se não a Confederação ia ficar nesta mesmice. A CBB está quebrada, está falida. Qual é a saída? Tirar esse grupo de gestores que está na Confederação, que a gente viu que não deu certo, a FIBA intervir, ficar lá uns dois anos, e depois entrar um novo presidente. O problema não é só técnico. É financeiro, é de credibilidade. Ninguém quer colocar dinheiro no basquete. A primeira coisa que precisa ser feita é uma auditoria'', Hortência Marcari, no mesmo Panorama Esportivo, da Rádio Globo.
Este sistema esta falido, é preciso rever o papel de federações e confederaçoes. Que vergonha CBB!
muratore1''Já faz três anos que tocamos no mesmo assunto. Nós não gostamos de suspender ninguém, mas chegou a um momento que era necessário. É preciso uma boa governança, uma federação forte, o Brasil tem seu basquete como um dos melhores do mundo. Pedimos a todos os brasileiros que gostam do esporte que ajudem neste momento. Queremos que cumpram os regulamentos, que as entidades se desenvolvam e trabalhem bem'', continuou o argentino, mandatário da FIBA desde agosto de 2014. A má situação de governança, problema financeiro, o que Carlos Nunes (presidente da CBB) já sabe, tudo isso traz consequências. Realmente o que queremos é trabalhar pelo basquete brasileiro. Solicitamos ajuda a todos'', Horacio Muratore, presidente da FIBA, à ESPN.
patrick1''Eu acho que não é questão do que aconteceu agora, entre o fim dos Jogos para cá. É um processo que está acontecendo há muito tempo. Se você lembrar, foram vários problemas. Em 2012, em 2013, quando jogadores não queriam jogar pela seleção, o time não se classificou para a Copa do Mundo, tivemos de achar meios de colocá-los lá. Não conseguiram honrar suas promessas, então procuramos acordos durante os Jogos Pan-Americanos para ajudar a resolver. Infelizmente, é uma situação endêmica que está acontecendo. Nós vamos tirar tudo da mesa. Conversamos durante a Olimpíada, tentamos ver o que aconteceu. E percebemos que, agora, isso precisa parar. Foram promessas feitas no passado. Isso não é problema de uma só pessoa. Isso não é um problema do Mr. Nunes. Isso é o problema de um sistema que não funciona. A Confederação não tem força, não tem fundações fortes. Tem problemas para organizar sua liga nacional, tem problemas para buscar recursos, e tem um problema de credibilidade. Nós discutimos durante um bom tempo com o presidente da Federação (Horacio Muratore), e ele disse: 'Depois dos Jogos, é a hora, temos de nos mover'. A realidade não mudou nas últimas semanas. Nós não vimos passos drásticos no basquete brasileiro. Todos estão indo em suas próprias direções. A Liga está fazendo suas próprias coisas, não liga para a Confederação, a Confederação tem problemas com a Liga. Os grandes ex-jogadores não querem se meter, não querem falar sobre estrutura. Chegamos à conclusão de que é melhor dizer ''pare'', limpar a mesa, embaralhar as cartas e ver quem quer trabalhar, quem está interessado no jogo, quem está cheio de vontade de fazer algo. Esqueça as estruturas. Nós podemos criar novas estruturas. Claro, respeitando as leis e a autonomia do país. Todos que queiram participar deveriam participar. Nós queremos promover o basquete em lugares que não se joga. É curioso como o país é tão grande e há tão poucos clubes. Acho que, antes de tudo, deve haver um entendimento interno, nacional, de que é tempo de mudar. Não pode vir apenas de nós. Nós apenas queremos mostrar uma linha e dizer: ''É isso. Vocês precisam de nova estrutura, nova dinâmica, nova estrutura. Não é nada contra a antiga. É apenas uma questão de que é tempo de mudar''. Então, acho que deve haver uma reviravolta e que as pessoas percebam que precisam sentar à mesa e discutir mudanças'', Patrick Baumann, Secretário-Geral da FIBA, à Globo.com .
gui1''Recebo com muita tristeza e preocupação a notícia da suspensão da Confederação Brasileira de Basquete das competições organizadas pela FIBA. Como presidente da Associação dos Atletas Profissionais de Basquete, informo que a AAPB não concorda a maneira como a CBB vem sendo administrada. Essa punição tem consequências para todos os envolvidos e apaixonados pela modalidade no Brasil, sobretudo para nós atletas. A AAPB fará o que estiver ao seu alcance para que o basquete brasileiro volte a ser respeitado como seus fãs e sua história merecem'', Guilherme Giovannoni, Presidente da Associação de Atletas que aprovou dois dos últimos três balanços financeiros da falida Confederação Brasileira (no outro não é que ele reprovou as contas, mas sim que ele se absteve de votar).
flamengo1''É chegada a hora de o sistema que rege o esporte brasileiro, arcaico e pouco eficiente, ser repensado. Mesmo após quatro anos de austeridade financeira, o Flamengo superou suas dificuldades e investiu nos esportes olímpicos como poucos fizeram no Brasil, sempre em busca da excelência, com transparência e ética. Por acreditar que o basquete nacional precisa de uma reformulação geral, o Flamengo apoia um sistema em que clubes, atletas, técnicos e Federações tenham o mesmo peso, sejam ''poderes'' equivalentes, e possam, juntos, com equilíbrio de forças, mudar os rumos do esporte brasileiro. O Flamengo acredita no modelo das ligas, sendo um dos fundadores da Liga Nacional de Basquete, há nove temporadas, e da Liga Brasileira de Polo Aquático, que nasceu em 2016 após inúmeras tentativas de diálogo com a Confederação que rege esta modalidade no país. Quando falamos em Liga, leia-se: clubes unidos e coordenados em prol de um único objetivo, o bem do esporte. O Flamengo apoia a intervenção da FIBA na CBB no que diz respeito ao não cumprimento de suas obrigações, problemas de gestão, falta de pagamentos e falhas no plano de reestruturação da entidade nacional. O Clube tem ótimo relacionamento com a Federação Internacional e reconhece seu trabalho a favor da evolução do basquete nas Américas. Entretanto, o Flamengo atuará em todas as instâncias, em conjunto com a Liga Nacional de Basquete, e acionará todos os órgãos que administram o esporte no Brasil para que o mérito esportivo seja respeitado, o suor de nossos atletas em quadra não tenha sido em vão e tenhamos o direito de buscar mais um título continental'', Clube de Regatas do Flamengo em Nota Oficial.

lnb1''A Liga Nacional de Basquete (LNB) vem através desta manifestar sua posição em relação à decisão da Federação Internacional de Basquete (FIBA) em suspender a Confederação Brasileira de Basketball (CBB). A LNB reitera o apoio que sempre prestou à FIBA e entende que tal ato é compreensível na medida em que se busque o caminho para a retomada do crescimento do basquetebol no Brasil. Esta ação, por mais dura que possa parecer, deve trazer consigo a esperança, o entendimento e a soma de esforços para que solucionemos os graves problemas que afligem a nossa Confederação. Apesar de não fazermos parte dos problemas verificados pela FIBA, queremos e nos colocamos à disposição para fazer parte da solução, a qual certamente não passa pela punição aos clubes brasileiros. '', Nota Oficial da Liga Nacional de Basquete.
Fonte:http://balanacesta.blogosfera.uol.com.br/

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