terça-feira, 1 de novembro de 2016

SAMBA DO CRIOULO DOIDO

Não se pode mais dizer assim, tem que ser "música popular brasileira do afrodescendente psicopata".
Vivemos um momento "único", pontual, equivocado e malandramente. Políticos corruptos e indiciados nos governam e vão se reeleger quando assim o desejarem.
Tudo tão confuso que medidas saneadoras são tidas como aterradoras e estarrecedoras (copiei da Dilma), são combatidas de forma a parecer que vão destruir o mundo e tudo o mais.
E a ideologia capenga e 
irresponsável vai ocupando seu espaço invadindo escolas, disseminando entre os jovens o que temos de ruim tanto na alma quanto no comportamento.
Nunca se viu tanto radicalismo, tanta falta de noção, tanto fanatismo na hora de encarar e entender o que realmente queremos, se é que queremos algo produtivo a longo prazo.
Um político destes antigos, mas que tem a cabeça no lugar, disse que o brasileiro quer tudo no curto prazo, quer tudo para aqui e agora.
Se esta PEC pretende frear os descalabros dos gastos irresponsáveis, perdulários e sem limite, tem que ser bem vinda. Se ela pretende congelar o salário dos nababescos servidores públicos que ganham muito acima do teto, se isto vai dar um basta neste "ao deus dará", tem que ser feito de qualquer maneira, mesmo que aquela parte que só enxerga o que lhe interessa, mas cego quando algo lhe contraria, vem e bota a boca no mundo, achando que somente sua opinião tem valor e está correta.
O fanatismo tira a visão das pessoas, reduz seus neurônios, descerebra sua mente e dá nisso que está aí, gente se tornando militante tonto, criminosos, rebelde sem causa definida, um rebanho conduzido na direção do confronto, sem avaliar as consequências.
A impressão de que não temos pessoas capazes nos três poderes de decidir o que é óbvio, definir o que é bom para o pais e o povo, sem partidarismo Todo dia somos decepcionados por alguma atitude ou algum "veredicto" vindo de um deles, ignorando, às vezes, a lei maior que é a Constituição.
E, deste jeito, do jeito que está, neste samba do crioulo doido, quem dança somos nós, os outros, que estamos abandonados à própria sorte, mas no ritmo que eles impõem.
A conclusão de que não tem "base" se confirma todo dia.
Até na hora de votar, já que não temos a quem escolher.
E por aí vai!

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