terça-feira, 27 de setembro de 2016

DE BRAVATAS E GOLPISMO

Vejo meus amigos petistas fanáticos e fico imaginando o pensamento deles, a dificuldade de separar o joio do trigo.
E, por que cargas d'água eles permanecem do lado errado, seria só por convicção ou uma impiedosa lavagem cerebral de tal maneira que só enxergam numa direção?
Nossa política é voraz, impiedosa, engambela todo mundo, desde os espertos até os mais incautos.
E nossos governantes não estão ali no poder para fazer alguma coisa por nós não, estão ali para usufruírem do bom e do melhor, e tirar o máximo em prol de si, em proveito próprio mesmo.
É só olhar o histórico de como ingressaram e como estão agora seu nível de vida e de riqueza.
É bobagem ficar refém de uma ideologia rasteira que de socialista não tem nada. Cadê a tal renda mínima tão apregoada? Já pensaram nos autônomos, aqueles comerciantes sem registro, negociando mercadoria contrabandeada nas praças e esquinas das grandes cidades? Aliás, não precisa ser cidade grande não, até nas pequenas o comércio informal se faz presente. E cadê a garantia previdenciária desta gente? Sim, professores de universidades e intelectuais da elite petista, vocês já pensaram nisso ou sua missão se resume apenas em fazer a cabeça de seus pupilos para serem contra qualquer governo que não sejam de sua preferência, e de sua ideologia discutível?
Nos anos 50, Jânio (provavelmente hoje seria PSDB) se aliou a Jango (que poderia ser um petista). Jânio caiu e Jango assumiu e, aquelas promessas de redenção dos trabalhadores, graças um poderio militar muito grande na época, deram o golpe (ali sim, foi golpe), foram para o espaço. E amargamos uma ditadura bem duradoura.
Tancredo Neves se aliou a Sarney, duas cabeças totalmente contrárias (comparando, seria uma aliança PSDB/PMDB, já pensou?) tipo Lula/Dilma-Temer, e deu no que deu.
Mas a que deu o que falar, mesmo, foi a aliança cheia de conveniência, Collor/Itamar Franco. Se fosse hoje, os aliados de Collor diriam que foi golpe, mas foi tudo do mesmo jeitinho feito com a Dilma, com a diferença de que lá não estupraram a Constituição: Collor amargou a penalidade de perda de direitos políticos em toda a sua totalidade, apesar de ter renunciado nas vésperas do desenlace. Dois pesos e duas medidas!!!
Quanto a Tancredo/Sarney foi um retrocesso sem tamanho em nossa política, se bem que eu não esperaria muito de Tancredo Neves, não. E Aécio é herdeiro político de Tancredo.
O PMDB sempre foi governo, não importando quem estivesse no poder e sempre naquela política do "toma lá, dá cá". Então, não é de ninguém ficar admirado com a usurpação do poder feita pelo PMDB deTemer. Só os petistas de carteirinha acreditavam, e acreditam, em papai noel e mula sem cabeça! E que, no final da história não iria acontecer isto, principalmente depois das pedaladas com direito a pedir música no Fantástico.
Depois deste "imbroglio" todo, de muito "mimimi" e distorções das palavras e da verdade, será que, em sã consciência, este povo petista quer mesmo o retorno de seus maiores líderes, Lula e Dilma, no "seio" do governo depois de tantas trapalhadas e da corrupção que está marcando e carimbando o governo de ambos? Apesar do pacote de bondades para gregos e troianos, comunistas e bolivarianos, sindicalistas e banqueiros, pequenos agricultores e empreiteiros, de enganar todo mundo com as bravatas e alianças espúrias, será mesmo?
Pois é! A história, futuramente, vai contar em seus mínimos detalhes este tal de "golpe" tão bem inventado e repetido à exaustão por eles.
E pra frente, que a coisa aqui tá preta. Tudo dobrando de preço!
Economia em frangalhos, que herança maldita estamos vivendo!!! 
Fora Todos!!!

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