quinta-feira, 25 de agosto de 2016

VEJA COMO SERIA O QUADRO DE MEDALHAS DA OLIMPÍADA POR POPULAÇÃO E DINHEIRO

Levantamento mostra como seria o 'quadro de medalhas relativo' do Rio 2016
Levantamento mostra como seria o 'quadro de medalhas relativo' do Rio 2016
Os Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro agora fazem parte da história, do passado. E, claro, já tem o seu quadro de medalhas definido, com os Estados Unidos na primeira posição, seguidos por Grã Bretanha e China. O Brasil acabou em 13º, fora da meta do COB até quando o assunto é número de medalhas.
Mas esses são os números absolutos. O que aconteceria se a gente relativizasse o quadro de medalhas da Olimpíada? Por exemplo: qual seria o país que precisou de menos habitantes para achar um medalhista de ouro? Ou qual o país com a menor relação medalha/dinheiro?
Um levantamento do ESPN.com.brmostra exatamente como seriam os Jogos com essa visão mais relativa das coisas.
Para começar, os números gerais. No total, foram 207 delegações nos Jogos. Dessas, 59 terminaram com ao menos um ouro. E 87 ficaram com pelo menos uma medalha.
Partindo disso, há alguns números bem interessantes a serem explorados.
Por exemplo: Bahamas teve apenas uma medalha de ouro, mas a conseguiu "produzir" mesmo com uma população de pouco menos de 393 mil habitantes. Ou seja: foi o país que teve um campeão olímpico com a menor "base" de atletas possíveis.
Na sequência da lista aparece a Jamaica, que acabou com seis ouros em uma população de 2,8 milhões de habitantes. Nas contas, conseguiu uma medalha dourada a cada 467 mil pessoas do país.
E claro que esses números não são absolutos, até porque Bolt foi o responsável por três desses ouros. Mesmo assim, são interessantes porque mostram justamente como é menos difícil achar grandes talentos em países com mais pessoas.
Outro dado interessante que demonstra o quão grande é o feito jamaicano é a relação entre os ouros e o PIB, o principal indicativo de receita do país. Cada medalha dourada "custou" cerca de US$ 4,1 bilhões.


Como base de comparação, os Estados Unidos precisaram "gastar" nada menos que US$ 390 bilhões. Ou também conseguiram um campeão olímpico a cada 7 milhões de pessoas que moram no país.
Já o Brasil achou um campeão olímpico a cada 30 milhões de habitantes e a cada US$ 456 bilhões de seu PIB.
Quando o assunto se espalha para o total de medalhas - e não só de ouros -, o destaque é Granada. O país levou apenas uma prata, com Kirani James no atletismo. Mas conseguiu esse pódio com uma população de 107 mil pessoas e com um PIB de US$ 1,3 bilhão.
Já o Brasil achou um medalhista olímpico a cada 11 milhões de habitantes e a cada US$ 168 bilhões de seu PIB.
Veja o quadro de ouros por população:
1 - Bahamas - 1 ouro a cada 392.718 pessoas
2 - Jamaica - 1/467.227
3 - Croácia - 1/845.000
4 - Fiji - 1/897.537
5 - Nova Zelândia - 1/1.141.296
31 - EUA - 1/7.046.060
53 - Brasil - 1/29.938.274
Veja o quadro de ouros por PIB:
1 - Jamaica - 1 ouro a cada US$ 4.117.333.333,33
2 - Coreia do Norte - 1/7.700.000.000,00
3 - Fiji - 1/8.171.000.000,00
4 - Bahamas - 1/9.233.000.000,00
5 - Kosovo - 1/17.454.000.000,00
46 - EUA - 1/390.152.086.956,52
51 - Brasil - 1/ 456.056.857.142,86
Veja o quadro de medalhas por população
1 - Granada - 1 medalha a cada 107.327 pessoas
2 - Bahamas - 1/196.359
3 - Nova Zelândia - 1/253.621
4 - Jamaica - 1/ 254.851
5 - Dinamarca - 1/379.383
44 - EUA - 1/2.678.667
72 - Brasil - 1/11.029.890
Veja o quadro de medalhas pelo PIB
1 - Granada - 1 medalha a cada US$ 1.385.000.000
2 - Coreia do Norte - 1/2.200.000.000
3 - Jamaica - 1/2.245.818.181
4 - Bahamas - 1/4.616.500.000
5 - Geórgia - 1/5.087.142.857
61 - EUA - 1/148.322.280.991
67 - Brasil - 1/ 168.020.947.368
Fonte: http://espn.uol.com.br/

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