quinta-feira, 11 de agosto de 2016

FRASES DO DIA (10/08/2016) - INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS

Sem sintonia
“Fora do poder, a presidente afastada voltou a esbarrar num problema antigo: a falta de sintonia com seu partido. Na semana passada, a direção do PT a desautorizou publicamente ao rejeitar a antecipação das eleições. Os choques com a sigla desmobilizaram entidades como MST e CUT, que prometiam ocupar as ruas para defender o "Volta, Dilma" – Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Pós-impeachment
“Cercado pela Lava Jato, Lula também se afastou da defesa de Dilma. Ontem ele desembarcou na capital quando a maioria dos senadores já havia anunciado seus votos. Aliados diziam que o ex-presidente não via mais tempo hábil para salvar a sucessora. Sua missão era discutir o pós-impeachment e a sobrevivência do PT nas eleições municipais” – Bernardo Mello Franco, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Primeira ela
“Rodrigo Maia dá sinais de que pretende pautar a cassação de Eduardo Cunha depois da decisão sobre o impeachment de Dilma — como defende o Planalto e não como quer a oposição. O presidente da Câmara divulgará nesta quarta o calendário das três próximas semanas de votação. Quer votar projetos e medidas provisórias antes da cassação. A semana de 12 de setembro começa a ganhar a simpatia de líderes partidários. A data, no meio do processo eleitoral, favorece a falta de quórum” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Jurisprudência
“O PMDB foi ver quantos dias em média um processo de cassação foi votado depois de sua leitura em plenário. O resultado é de 40 a 45 dias, o que, aplicado no caso de Cunha, chegaria ao fim de setembro” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Duas caras
“Em público, a Câmara aplaude as medidas anticorrupção propostas pelo Ministério Público, mas, em privado, sobram ataques” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
‘Paulo Preto’
“A colaboração dos empreiteiros poderá trazer de volta ao cenário um personagem que assombrou o tucanato durante a campanha de 2010. É Paulo Vieira de Souza, um ex-diretor da Dersa, a estatal paulista de rodovias. Engenheiro respeitado, era um destacado negociador de contratos com empreiteiras. Ele também era conhecido como "Paulo Preto" e foi criticamente mencionado por Dilma Rousseff durante um debate da campanha. No serpentário tucano, acusavam-no de ter sumido com R$ 4 milhões do partido. Em três ocasiões, a bancada do PSDB evitou que ele depusesse a uma comissão da Assembleia sobre os custos de obras rodoviárias. Vieira de Souza chegou a se queixar dos tucanos "ingratos" e "incompetentes", pois não se deixa "um líder ferido na estrada a troco de nada". A chaga cicatrizou, mas será reaberta se algum executivo de empreiteira mencionar o seu nome na colaboração” – Elio Gaspari, jornalista – Correio do Povo, 10-06-2016.
Dilma
“A presidente Dilma Rousseff pretende passar cerca de oito meses fora do Brasil depois que o processo de impeachment for votado” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Tão perto, tão longe
“A primeira ideia dela, caso o afastamento definitivo da Presidência da República seja confirmado, era passar esse período entre países da América do Sul, como Chile e Uruguai. Não só pela identidade com esses lugares, mas também pela proximidade do Brasil. Segundo amigos, Dilma não pretende se afastar dos dois netos por muito tempo. Nessa rota, poderia voltar a Porto Alegre, onde eles vivem e ela terá casa, com mais frequência” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Giro
“Ela não descarta também fazer uma viagem pelo interior de países europeus” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.
Maricá
"Velejadores elogiam qualidade da baía de Guanabara: a água estava brilhante". De repente a baía de Guanabara ficou potável! É que todo mundo seguiu a recomendação do Eduardo Paes: vá cagar em Maricá!” – José Simão, humorista – Folha de S. Paulo, 10-08-2016.

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