terça-feira, 26 de julho de 2016

FRASES DO DIA (24 E 25/07/2016) - INSTITUTO HUMANITAS UNISINOS

Fraternidade
“A liberdade necessita da igualdade que, por sua vez, precisa da liberdade e as duas se unem em nome da fraternidade que, pessoalmente, vejo como papa Francisco vê o Espírito Santo na sua relação com Deus pai e o filho Cristo. Perdoem-me esta citação um pouco forçada, mas quero dizer que a fraternidade transforma em humanismo a libertdade e a igualdade. É preciso amar o povo e trabalhar pelo seu bem, optar pela paz e não pela guerra, o amor e não o poder” – Eugenio Scalfari, jornalista, fundador do jornal La Repubblica, 24-07-2016.
Ridículo e irresponsabilidade
“Alexandre Moraes dividiu-se entre o ridículo e a irresponsabilidade, ao se apresentar a propósito da prisão de dez talvez terroristas futuros. Com informações logo contestadas por um juiz e, de objetivo, um mínimo indício a ser verificado, aos ouvidos do mundo o ministro da Justiça incluiu o Brasil no mapa do terror. Quando estrangeiros cuidam de sua viagem para o Brasil da Olimpíada” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-07-2016.
Eficiente
“No nosso terrorismo, o ministro Alexandre Moraes é mais eficiente do que os seus dez presos. Somados” – Janio de Freitas, jornalista – Folha de S. Paulo, 24-07-2016.
À mesa
“Quem conhece a cabeça do ex-presidente Lula afirma que ele seguirá fustigando Michel Temer no palanque, mas aceitará o canal de diálogo que o peemedebista tem sugerido que vai abrir depois do impeachment. Em avaliações internas, como mostrou a coluna no início de julho, o presidente interino voltou a mencionar a necessidade de procurar a oposição para dialogar, mas repetiu que ainda não é o momento. Vai esperar o desfecho do impeachment. A avaliação é que o Planalto precisa de uma interlocução mínima com organizações sociais lideradas pelo PT para conseguir votar pautas delicadas no Congresso Nacional” – Natuza Nery, jornalista – Folha de S. Paulo, 25-07-2016.
Por partes
“Passada a votação no Senado, o Ministério de Minas e Energia vai propor o fatiamento do Código da Mineração, que está parado na Câmara há anos, para tentar avançar com a questão relativa aos royalties” – Natuza Nery, jornalista –Folha de S. Paulo, 25-07-2016.
Fim da saúde pública
“Eis a terapia para o fim da saúde pública: o mercado que controle os planos de saúde, e os municípios que se virem para ter médicos”- Alexandre Padilha, ex-ministro da Saúde, sobre Ricardo Barros ter dito que o Mais Médicos é provisório e que a contratação é dever dos prefeitos – Folha de S. Paulo, 25-07-2016.
Mãos dadas
“Os serviços secretos dos EUA e do Brasil estão trabalhando em conjunto para prevenir atentados terroristas na Olimpíada” – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 25-07-2016.
Tudo certo
“O resultado do trabalho foi tema de conversa recente da embaixadora dos EUA em Brasília, Liliana Ayalde, com o ministro da Defesa, Raul Jungmann. A americana disse que os dois lados estão "trabalhando a quatro mãos e muito bem" – Mônica Bergamo, jornalista – Folha de S. Paulo, 25-07-2016.
Folha
“Quando você escreve uma coluna de esquerda num grande jornal, você vai apanhar dos dois lados: os leitores do grande jornal vão te odiar porque você é de esquerda, a esquerda vai te odiar porque você escreve num grande jornal. Costumo defender, quando atacado, o grande jornal: a Folha não é conservadora, ela é capitalista” – Gregorio Duvivier, ator e escritor – Folha de S. Paulo, 25-07-2016.
Dona Folha
“O que movia a máquina era a vendagem, hoje é o clique. Por isso estou aqui: porque (vai entender) dou clique. Por isso, também, a direita mais hidrófoba está neste jornal: porque (vai entender) dá clique. Faz sentido, não faz? Faz. Até que uma lambança como essa vem à tona. Fica parecendo, Dona Folha, que a senhora é ainda mais conservadora do que capitalista” – Gregorio Duvivier, ator e escritor – Folha de S. Paulo,
Ócio
“Com o mundo em chamas, a lista de líderes mundiais que vêm à Rio-2016 pode minguar ainda mais. São esperados uns 50 chefes de Estado, metade do visto nos Jogos de Londres. Com exceção de John Kerry, secretário de Estado dos EUA, o que vem muito é rei, príncipe, sultão — enfim, gente que leva a vida no ócio” – Ancelmo Gois, jornalista – O Globo, 24-07-2016.

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